quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Camila

Camila não combina com faltas de amor, com solidão e arrumação. 
Combina com madrugada, com qualquer por do sol e um bom livro. 
É definido por gargalhadas, copos de vinho branco e pés descalços. 
Mas rima com caos. Um caos tão bonito.
A Camila tem escrito por mim nos últimos tempos. 
Noutro blog que não este, fatalismo das traições.
Ela é o mix perfeito entre tudo aquilo que eu já fui e tudo aquilo que eu não quero ser.
E ainda escreve melhor do que eu. 
Hoje o silêncio fala melhor por mim, assim como a Camila.

Com amor e sempre vossa, Bia.

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