Tenho a lua aos pés e o sol nas mãos, mas não me queimo. Aprendi a andar sozinha.
Caminho como por entre as beiras de chuva dissolvente que muitos choram em dias vazios. Dias com o mesmo tom dos meus ultimamente. E é um descompasso ritmado com som de sirene ou campainha. Que me atormenta, mas descansa. E aí tenho a certeza que és tu que chegas. Abres os braços, esses braços grandes que me abraçam de saudade aos domingos à tarde. És tu. Ninguém pode negar. Vi-te no teu melhor e tentei não fechar os olhos ou largar-te a mão no pior. Sei-te de cor e disso pouca gente se pode gabar. Fomos. Agora podemos até não ser. Mas ao menos, o que fomos, fomos juntos.
Hoje durmo na tua almofada que todas as noites te espera na minha cama.
Caminho como por entre as beiras de chuva dissolvente que muitos choram em dias vazios. Dias com o mesmo tom dos meus ultimamente. E é um descompasso ritmado com som de sirene ou campainha. Que me atormenta, mas descansa. E aí tenho a certeza que és tu que chegas. Abres os braços, esses braços grandes que me abraçam de saudade aos domingos à tarde. És tu. Ninguém pode negar. Vi-te no teu melhor e tentei não fechar os olhos ou largar-te a mão no pior. Sei-te de cor e disso pouca gente se pode gabar. Fomos. Agora podemos até não ser. Mas ao menos, o que fomos, fomos juntos.
Hoje durmo na tua almofada que todas as noites te espera na minha cama.
Tal e qual como eu te espero.
De cama vazia, mas de coração cheio.
Com amor, Bia.

Adoro adoro!
ResponderEliminarperdidanomar.blogspot.pt
Obrigada pelo feedback!
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